Sobre o Ateliê de Corpo

Edson Lima | 19 de Maio de 2015

Conteúdo do dia: Estruturar o corpo, estruturar os pés. Depois, conduzir e se deixar conduzir com bastões. Libertar-se dos bastões, apegar-se ao movimento que está pra nascer.

Ainda somos tímidos, ainda não queremos expor nossas maiores qualidades, ainda olhamos pra saber se está certo ou errado, ainda buscamos “imperfeições” no corpo do outro, ainda não conhecemos nosso próprio corpo.

Amanda
Ver, Torcer. O bastão do Diniz não deixou de existir.

Wemerson
Leveza e concentração entre tempo e espaço, percepção entre medo e coragem.

Adrielle
Redescobrir os movimentos a partir do movimento do outro, como se deixar guiar, como deixar o outro provar seus limites. Se libertar com o som que rodeia, e quando ele se ausenta como se guiar só, como se embalar... de repente você percebe em outro espaço dentro de si.

Diniz
Buscando alem do movimento, sonhando acordado.

Paulo
Na filmagem o corpo acompanha o corpo do outro; e no final o corpo se torna uma dança onde o corpo da mulher senxual vira o do homem que era bruto ser doce. Quem não veio perdeu

Edson
Conexão, relação e confiança, estar em cena e saber que está sendo olhado e não perder o foco e atenção. Segurança no movimento e precisão na ação.

Galeria

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