RESET NORDESTE

RESET NORDESTE acontece, seguindo o histórico de atuação do grupo, em espaço específico de encenação, mas agora online. Foi criado um sistema interativo no site do Coletivo por onde os espectadores poderão assistir, imersos no sistema hackeado pelos personagens.

Espectadores poderão assistir às apresentações através de login no sistema interativo, participando ao vivo; ou assistindo à transmissão apenas como observadores através das páginas dos equipamentos culturais programados.

SINOPSE: RESET NORDESTE parte da premissa que no ano de 2032, o Nordeste some do mapa do Brasil e que, nessa distopia, quase ninguém se dá conta do sumiço. Mazé, uma profissional de estatística, percebe e acredita que tem a mão de bandido gringo nessa tragédia. Mas como seria possível? O Nordeste teria sido afogado por inteiro? Seria um plano de dominação? A História já não guarda palavras sobre o território que sumiu. Seria um golpe? Uma ilusão coletiva? Mazé entra na dark web, na busca dessas respostas. Lá ela conhece Laura, Towe e Salda. Para descobrir, juntes eles/elas decidem hackear o sistema contra o próprio sistema. O dispositivo do sumiço da região é um gatilho para a discussão sobre a invisibilização de diversas nações indígenas que compõem a região, sobre a naturalização de erros exploratórios e consequentemente repetidos, sobre a racialização da pessoa nordestina. Diante dos inúmeros e históricos ataques ao Nordeste, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país, nascem as perguntas: até que ponto nós, enquanto sociedade, sabemos que o Nordeste é uma invenção com fins políticos, econômicos e sociais?

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