Diário de ensaio: O Teatro e as Utopias da Cidade

João Junior | 15 de Abril de 2016

O Jardim Romano que é o protagonista maior de A A Cidade Dos Rios Invisíveis abriga muitas lembranças de água. As enchentes construíram um imaginário coletivo que tem, muitas vezes, nas crianças seu narradores mais ágeis.

Na rua dos inventos (cena do espetáculo) objetos foram criados pelos atores para interagir com a memória individual que tenha na agua o seu elemento de ligação com a narrativa. Aqui o maraquerê, o Maracá de chamar erê, sempre convoca uma lembrança de infância com a água.

As crianças do Bairro acompanham os ensaios, correm, dançam, jogam bola, empinam pipa e querem ser ouvidas. Fazer da rua um lugar de escuta e partilha. É assim fazem... Das lembranças infantis da enchente de 2009 no Jardim Romano.

 

João Junior - diretor do espetáculo

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